E Paulo Rafael? Que perdeu o chapéu na praça.

Ficou chorando, pessoal chegou dando na CÁRA. Foi a maior correria. Pessoal querendo dar na cara de Paulo Rafael e Paulo Rafael gritando:

– Que porra é essa, maluco?!!

E pessoal chegando perto. E tôma! Uma pedrada nas costas. Paulo Rafael dá aquela barulhada de pulmão e corre. Corre pra caralho. Lááááh! Pessoal partindo atrás, mais de cem cabeças, pau, pedra: se pegar, vou denegrir!

E Paulo Rafael gritando:

– Que isso, maluco?! Que isso?!! É só um chapéu!

E pessoal BÁÁÁUL pranchando de frente e Paulo Rafael mete pras barcas – Isso foi ali em Niterói, na Arariboiá ali; de frente pro Araribóia – sei que quando ele meteu pras barcas, que ele quebrou na banca, Paulo Rafael tropeçou na pedra portuguesa, cavou três, quatro metros de cavaco largo e caiu de pescoço numa moenda de caldo de cana um real, com limão. Fuga de Absolom, o cérebro de Paulo Rafael caiu num copo 300 ml.

Porra, pessoal já parou, tacou meia galega de querosene e BUM. Vai!

É maluco, o negócio ali tá a toa.